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Sem perdão.

por alho_politicamente_incorreto, em 27.01.15

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E nós? De que lado temos estado?

por alho_politicamente_incorreto, em 25.01.15

Texto de José Manuel Alho

Na sequência do massacre ocorrido em Paris, no passado dia 7, que atingiu a sede do jornal satírico francês Charlie Hebdo, no XI arrondissement daquela cidade - supostamente como forma de protesto contra a edição “Charia Hebdo”, que causou polémica no mundo islâmico e foi recebida como um insulto aos muçulmanos - poderia tentar-me a ensaiar nesta ocasião mais uma reflexão que pouco acrescentaria ao que já foi adiantado por muitos jornais e comentadores. Previsível. Desnecessário. Evitável.

Por isso, e assentando que a estupidez e o fanatismo não têm cor nem religião, a que se juntarão a condenação e o repúdio por tão infame ataque, importa conjugar estas manifestações extremistas  - e não digo socializar a culpa... - com outros sintomas civilizacionais num quadro (bem) mais abrangente, sobre o qual pouco se vai falando.

Não querendo, por capricho efémero, furar o consenso quanto à impressiva marcha do passado dia 11 contra o terrorismo e pela liberdade de expressão, podemos começar tão despretensiosa apreciação quanto esta pela lista de alguns dos nomes que marcaram presença naquele desfile, que deixo à ponderação do leitor: François Hollande, Angela Merkel, David Cameron, Matteo Renzi, Benjamin Netanyahu, Mahmoud Abbasno, Ahmet Davutoglu, ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia, Ali Bongo, o Presidente do Gabão, o Rei da Jordânia, Abdallah II, Viktor Orban, o chefe do governo húngaro, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, o seu homólogo egípcio, Sameh Choukryou e Passos Coelho… Fiquemo-nos por aqui que basta.

Questiono: poderiam estes nomes figurar num qualquer álbum como fiéis, bons e exemplares escoteiros? A quantos deles o amigo leitor compraria um carro usado ou confiaria a chave da sua casa?

Mas, neste leque de importantes individualidades, com inigualáveis responsabilidades na definição e políticas com direta influência na vida das pessoas, não constarão atores que têm, por ação e omissão, contribuído ultimamente para a exclusão social, para o empobrecimento generalizado - mormente nesta Europa outrora vanguardista e agora vergada à sanha austeritária – e para o assassinato em massa da Esperança? Na verdade, aquelas personagens não iam de braço dado por imperativos nobres, nem tão pouco para homenagear o Cante Alentejano. Os braços entrelaçados, misturados com olhares que indiciavam pavor, decorriam da necessidade de criar uma “caixa de segurança”, bem longe do povão, que as colocasse a salvo do pior. Assim sendo, já nem vale a pena socorrer-me da interrogação formulada pela organização Repórteres Sem Fronteiras («Porque é que representantes de regimes que são predadores da liberdade de imprensa vieram a Paris prestar homenagem ao Charlie Hebdo, uma publicação que sempre defendeu o conceito mais radical de liberdade de expressão?») pelo que exorto qualquer mente razoavelmente esclarecida a associar linearmente estes atentados terroristas a fatores exclusivamente religiosos. Para o efeito, cumprirá averiguar: muitos dos nomes dos marchantes acima referidos combinarão, qual rima idílica, com Liberdade, com Humanismo, com Solidariedade, com Tolerância, com Verdade?...

E aqui entramos numa análise que visa questões endémicas e porventura viscerais. Que sociedades temos vindo a forjar? Que líderes temos vindo a escolher? Que valores temos vindo a promover? Não terá a hipocrisia - que, por exemplo, propagandeia os predicados de interesseiras e pontuais ações humanitárias em detrimento do Humanismo - tomado o estatuto de “escola útil” que a tudo responde?

Na verdade, aquelas personagens não iam de braço dado por imperativos nobres, nem tão pouco para homenagear o Cante Alentejano. Os braços entrelaçados, misturados com olhares que indiciavam pavor, decorriam da necessidade de criar uma “caixa de segurança”, bem longe do povão, que as colocasse a salvo do pior.

 

E nós? Nas nossas vidas, seremos exemplos que valeria a pena seguir? No emprego, na rua ou nas escolas teremos promovido a ascensão dos bons exemplos? Perante o déspota ou o insolente, temos feito aquilo que exigimos aos políticos ou ter-nos-emos confinado ao silêncio cúmplice dos hipócritas, que valida frágeis maiorias de conveniência? Teremos sempre estado do “lado certo” das causas em que nos envolvemos? E a troco de quê?

Não está na moda falar Dele. Dizem que não fica bem.

Sobram as perguntas. Mas as respostas residirão inapelavelmente em NÓS. Sabe(m), como cristão, tenho o meu quinhão de responsabilidade(s). Não sou um beato, i.e., um fervoroso devoto ou frequentador de igrejas. Nem gosto de capelinhas. Também não sou muito propenso a recorrer a tiradas bíblicas do mesmo modo que não ouso bater muitas vezes com a mão no peito. Porquê? Porque me sinto consciente da minha condição de pecador inveterado, que tropeça recorrentemente nas mesmas pedras. Temo as consequências de eventuais hipocrisias. Fujo mesmo delas! Mas posso orgulhar-me de, em questões que contendem com direitos e interesses legítimos da coletividade, ter assumido posições que resultam de processos de avaliação informada em nome de propósitos, à altura das decisões, por mim tidos como justos e atendíveis. Equivoquei-me? Sim. Muitas vezes dei por mim a concluir ter escolhido a opção incorreta. Mas errei desejando e – não raras vezes! – lutando pelo melhor. O importante é, como dizia o outro, “SER LIVRE porque se tem um caso de amor com a vida”. E um caso de amor com a vida, para mim, é usar a cabeça, buscar as melhores decisões e, com Ética, defender os caminhos mais justos ainda que nem sempre os mais fáceis. E para alcançar tão nobre estádio de consciência humanista, conto com Deus.

Bem sei que não está na moda falar Dele. Não fica bem. Há até quem (me) diga que “pode dar aso a más interpretações” nos dias que correm. Os governantes temem as opiniões publicadas pelo que evitam assumir a sua fé em discursos ou em outros atos públicos. Por exemplo, a propalada “laicidade” do Estado – que, em abstrato, até acho defensável – tem servido para descaracterizar a conduta de muita gente bem-intencionada. No entanto, em última análise, Deus é Ética. Temos banqueiros, empresários e políticos a refugiarem-se nos tribunais como os grandes e derradeiros guardiães da legalidade. Mas isso não é (confundível com) Ética. Outros dizem confiar no travesseiro por nele reconhecerem os méritos da tranquilidade. Mas o travesseiro não é Ética.

Em resumo, e sem querer imiscuir-me na liberdade de cada um, concluo que não é aos tribunais, usualmente manipuláveis e sujeitos ao erro, nem aos travesseiros, permeáveis a interesses passageiros, que se presta contas. No limite, presta-se contas a Deus. Porque a ética para com Deus procede do comportamento mais importante apresentado por Jesus. Creio que o comportamento correto diante de Deus antecede e dirige o nosso comportamento perante tudo o que ele criou, quer sejam pessoas ou toda a natureza. Porque a ética para comigo mesmo pressupõe equilíbrio, bem diferente do exagero dos que agem como se fossem os únicos seres humanos sobre a face da terra, na demanda insaciável da estética e do bem-estar. Esta Ética inclui o outro no mesmo nível que o amor-próprio, libertando-nos de uma vida egoísta, hedonista e utilitária em relação aos outros. E porque, finalmente, num tempo em que relações sociais são muito desafiadoras para o comportamento ético, é imprescindível ter ética para com o outro. De um lado, esta prática assenta em não fazer ao outro o que não gostaríamos que o outro nos fizesse. Por outro lado, significará fazer ao outro o que desejaríamos que o outro nos fizesse. Por tudo isto, alguns verbos serão tão poderosos quanto estimulantes: perdoar, ouvir, tolerar, apreciar, suportar, abençoar, respeitar, submeter-se, compartilhar…

Neste caso concreto, o padrão ético de Deus pode ser visto e estudado na vida de Jesus. Não só falou como viveu integralmente segundo esse padrão ético. Uma pergunta muito simples, que nos poderia ajudar a encontrar o comportamento ideal em cada circunstância, segundo a ética de Deus, seria: “em meu lugar que faria Jesus?”

É destes Deuses e desta ética que o mundo precisa. Sob pena de, como antecipou Anton Tchekhov, na obra “O assassinato e outras histórias”, ficarmos irremediavelmente «cercados de vulgaridade por todos os lados. Gente enfadonha, vazia, potes de cerâmica com creme azedo, jarras de leite, baratas.»

José Manuel Alho

 

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Há que denunciar quando a injustiça é aviltante.

por alho_politicamente_incorreto, em 20.01.15

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A cova da Irina...

por alho_politicamente_incorreto, em 19.01.15

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Professores. Tabela de vencimentos para 2015.

por alho_politicamente_incorreto, em 15.01.15
 

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Pensando em 2015 (VI)

por alho_politicamente_incorreto, em 09.01.15

O NOVO ANO EM ALBERGARIA

O primeiro ano de António Loureiro como presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha foi claramente positivo. Mais sóbrio que a referência precedente e revitalizando, com parcimónia, o cardápio das prioridades, regista uma taxa de cumprimento das promessas eleitorais que deveria servir de exemplo se replicada para o todo nacional. Revela, contudo, a pecha da comunicação por, erradamente, confundir informação com propaganda. E parece querer persistir no engano. Sei que, em breve, o sítio na internet da edilidade sofrerá uma profunda remodelação, que peca somente por tardia. Parece (muito) bem acompanhado pelo Vice-Presidente, Delfim Bismarck, a usufruir de uma distribuição de pelouros que parece feita à medida do perfil de competências que se lhe (re)conhece. Em plano igualmente muito satisfatório. Por contraponto à vereadora Ana Silva, com um desempenho consensual, esteve Catarina Mendes (CM) com as áreas da Educação, Ação Social, Habitação, Emprego e Formação Profissional. Não parecendo deter uma personalidade de fácil empatia, evidenciou estar ainda à procura do seu registo. Aparenta um modo empastelado, porventura burocrático, de encarar os dossiers que lhe couberam em sorte. Apesar da ingrata herança deixada pelo anterior executivo que transformou, para muito melhor, o parque escolar concelhio, imprimindo ao setor uma dinâmica empreendedora, revelou-se pouco arrojada. Protagonizou, no passado dia 19 de novembro, numa entrevista ao jornal "Correio de Albergaria", uma tremenda infelicidade quando teceu um conjunto de afirmações sobre a EB de Albergaria que, entre outros, até visou a qualidade do ensino ali ministrado. Em consequência, o que fez CM para, junto das autoridades e poderes competentes onde o CDS/PP tem assento, corrigir ou, pelo menos, atenuar as graves falhas e insuficiências que se limitou a apontar naquela unidade de ensino? Sabendo que ali existirá «maior concentração de problemas» e reconhecendo que os pais «não sentem apoio e segurança», que iniciativas foram já desencadeadas visando a alteração do referido estado de coisas?

Na verdade, não basta vir para o principal arauto da terra dar corpo e voz a consensos generalizados sem antes, ou simultaneamente, dar consequência às suas avaliações. É que a qualquer decisor público não se espera que (só) saiba diagnosticar. Exige-se, acima de tudo, que saiba AGIR em conformidade. Quando se exercem funções de interesse público, há uma dimensão institucional que importa observar e preservar sob pena de se causar sério prejuízo ao prosseguimento do interesse da coletividade. Os estados de alma, consubstanciados em convicções vincadamente subjetivas («qualidade de ensino»?!), não constituem atributo que otimize a ação pública. De resto, não se conhecem ponderações análogas de CM ao Agrupamento de Escolas da Branca ou ao Colégio de Albergaria. Lá no fundo e a pretexto de supostas confusões de tutela (se cabe à autarquia ou ao Ministério a responsabilidade das instalações) - que não podem justificar a aparente inação generalizada da edilidade no que concerne à EB de Albergaria - apontar o dedo acusatório a tudo e a todos quando, na sua esfera de intervenção, pouco ou nada se fez para, no quadro das suas atribuições, resolver os problemas de que se faz alarde conhecer, é um monumental tiro no pé. Por fim, não deixa de ser (muito) feio saber que as turmas do 1.º Ciclo da EB de Albergaria não têm sequer um computador disponibilizado pela autarquia, por alegadamente subsistirem “questões de tutela”, mas, em simultâneo, estender àquela escola a “incumbência” de, plena época natalícia de avaliações, enfeitar balcões e montras de equipamentos camarários. Temos que assentar em uma de duas coisas: ou a EB de Albergaria integra-se no universo da intervenção da edilidade para todas as circunstâncias ou assume-se que pertence ao Ministério da Educação e Ciência e aí deixamos de a importunar com certos caprichos vincadamente exibicionistas.

Sugere-se a Catarina Mendes que, à semelhança dos que era a prática dos seus antecessores, apareça nas escolas no início de cada ano letivo para “in loco” ver e ouvir os utentes (alunos, professores, assistentes operacionais…) que melhor poderão esclarecê-la do que realmente é essencial antes de atirar a matar sobre tudo e todos.

 

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Pensando em 2015 (V)

por alho_politicamente_incorreto, em 09.01.15

MIMAR A EDUCAÇÃO

Nunca pensei ver setor tão determinante para o nosso futuro ser vilipendiado da forma que temos vindo a testemunhar. Paira uma atmosfera de acintosa degradação que prenuncia outros e mais graves prejuízos. Simplesmente, confiando no meu jeito «quixotesco» de priorizar opções em tempo de severa crise, jamais logrei imaginar o caminho que alguns decidiram trilhar. Dizendo-se que não havia dinheiro, fragilizou-se a Escola Pública mas aumentaram-se os apoios às cooperativas de ensino privado, entre outros absurdos assentes no aumento (insustentável) do número de alunos por turma, na diminuição de apoios às crianças com necessidades educativas especiais e nas consecutivas trapalhadas nos concursos de professores, com as repercussões que hoje se conhecem. É preciso conferir de novo à Educação uma dimensão estratégica, respeitando o preceituado na Constituição de priorizar a rede pública de ensino com mais e melhores recursos. Há que mimar a Educação, erradicando pífios experimentalismos e corrigindo assimetrias, mormente no incremento de maior democraticidade na gestão dos Agrupamento de Escolas, agilizando expedientes de fiscalização que, na atualidade, serão meramente simbólicos e suscetíveis a todo o tipo de manipulação. Neste cenário de troika sanguinária para tudo que é(ra) servidores públicos, registe-se, para memória futura, que as Educadoras de Infância e, principalmente, os Professores do 1.º Ciclo, outrora conhecidos como Professores Primários, foram violentamente menorizados com o aumento do horário de trabalho, a subtração do regime especial de aposentação e até do – imagine-se! – intervalo (no casos dos docentes do 1.º CEB). Vítimas de governantes impreparados, de Direções preconceituosas, de sindicatos incompetentes e de autarquias despóticas, os Educadores e Professores do 1.º Ciclo estão a ser sujeitos a um vergonhoso abastardamento do seu papel e função, que urge corrigir.

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Porque Deus não tem nada a ver com isto.

por alho_politicamente_incorreto, em 08.01.15

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Pensando em 2015 (IV)

por alho_politicamente_incorreto, em 08.01.15

O MEU BENFICA

Poderia fazer uma de miss e desejar Paz e Amor a todo o mundo. De pouco valeria de tão gasta que está a fórmula. Prefiro o egoísmo perdoável de quem se entrega às futilidades alienantes neste quotidiano irritantemente cinzento. Vergo-me, por isso, à inevitabilidade de apostar um dotado quinhão de fichas na (con)sagração do Sport Lisboa e Benfica (SLB) como bicampeão nacional. Perdemos tanta e tão boa gente no verão passado, que não soubemos acautelar devida e atempadamente, e mesmo assim a atual campanha na Liga está a exceder as melhores expectativas. Choca-me a lógica de merceeiro, com a esferográfica encostada a uma das orelhas, da gestão desportiva de Luís Filipe Vieira que, errada e tardiamente, encontra alternativas para tão danosas saídas, mas a esperança funda-se, nesta altura, na racionalidade de quem lidera. No entanto, em algum momento deixar-se-á de vender porque o património se finará se – como tem acontecido – não for adquirida qualidade para colmatar tamanha sangria de valor(es). O SLB está a jogar com a sorte e a desafiar o azar. Até um dia. Esperemos que (ainda) dê para vencer em 2015…

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Pensando em 2015 (III)

por alho_politicamente_incorreto, em 07.01.15

RECUPERAÇÃO POLÍTICA E ECONÓMICA

Agora que a maioria dos portugueses começa a pensar em como juntar os cacos, importa reabilitar desígnios que a todos juntem numa verdadeira empreitada civilizacional. A recuperação política, além de outros atores, reclama outras práticas radicadas na prossecução do bem comum e na promoção da dignidade da pessoa humana. Daí que a função do Estado, no combate às injustiças, se afigure crucial na definição  do padrão da ação governativa desejada. As políticas redistributivas, a que se alude frequentemente para engrandecer os méritos do modelo nórdico, exigem um Estado bem gerido, com a apropriada transparência e o apertado escrutínio de cidadãos atentos e bem informados. Assim se conclui que a recuperação económica só será efetiva e duradoura se associada à premente reabilitação da Política.

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